Ideal para viagem

Publicado: 12/12/2011 em Uncategorized

 

 

 

 

 

A empresa Ministar acaba de fazer um grande/pequeno lançamento. Trata-se de instrumentos de cerca de 48 centímetros (baixo e guitarra) sem corpo de madeira, mas a companhia garante a qualidade do som.

É uma inovação que previne que os artistas tenham problemas ao transportar seus instrumentos, já que eles pesam entre 1,3kg e 2kg. Cada peça vem com uma mochila e um apoiador de ombros.

Os instrumentos são feitos de madeira e metal com um amplificador embutido no fone de ouvido.

As guitarras custam de R$ 499 a R$ 624 e os baixos de R$ 534 a R$ 641.

Inspiração para Keith Richards, Jimi Hendrix e Frank Zappa, o guitarrista Hubert Sumlin faleceu neste domingo (04), por problemas cardíacos. Sumlin estava com 80 anos.

Sumlin foi parceiro de Howlin’ Wolf e permaneceu com a Wolf Gang após a morte do amigo, em 1976. O guitarrista costumava tocar com uma Gibson Les Paul Goldtop de 1955 e não usava palheta.

Mesmo com a saúde debilitada, após perder um pulmão por causa de um câncer em 2002, Sumlin continuava tocando.

Fonte: MTV Brasil

Aconece no próximo dia 8 de dezembro, a solenidade de entrega de instrumentos musicais a 17 corporações musicais de 12 municípios de MS. O evento acontece às 14h, no auditório da governadoria no Parque dos Poderes . Serão entregues 148 instrumentos que beneficiarão às corporações musicais, entre elas: “Banda de Percussão Música Sem Fronteiras” (Anastácio), “Associação Cultural Santa Clara” e “Associação Cultural Shekinah” (Aquidauana), “Orquestra de Violões” (Bela Vista), “Associação Cultural Manoel Bonifácio”, “Associação Shekinah” e “Banda Celia Maria Naglis” (Campo Grande), “Banda de Percussão do Taboco” (Corguinho), “Banda de Percussão Gabriel Vandoni de Barros” (Corumbá), “Banda de Municipal de Ivinhema”, “Banda 2 de setembro” (Ladário), “Banda Municipal de Miranda”, “Banda Municipal de Nioaque”, “Banda Municipal de Porto Murtinho”, “Orquestra Municipal de Sidrolandia”, “Banda de Percussão Dom Aquino”, “Banda Marcial Cristo Redentor” e “Orquestra Municipal de Três Lagoas”.
“Contribuir com a melhoria e o aprimoramento de corporações musicais que atuam em MS é investir na formação e na cidadania da nossa juventude. As bandas, orquestras e grupos de câmara são espaços significativos na abertura de novos horizontes para jovens e servem até mesmo como oportunidades de formação profissional e inserção futura no mercado de trabalho”, afirmou Américo Calheiros, presidente da FCMS.

O Dia do Voluntário do SESC

Publicado: 07/12/2011 em Uncategorized

Na última segunda feira o SESC (Serviço Social do Comércio) realizou o Dia do Voluntário em todo o estado de Minas Gerais e em Araxá, no Alto do Parnaíba, a ajuda foi para o Centro Educativo Luis Braile, de deficientes visuais. O Centro quer implantar um curso de música para seus alunos, por isso, os SESC se mobilizou para arrecadar instrumentos musicais como, sino, flauta, chocalho, pandeiro, violão, teclado, guitarra, cavaquinho, tamborim, gaita, saxofone, piano, entre outros.

Fonte: http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2011/12/sesc-arrecada-instrumentos-musicais-para-centro-em-araxa-mg.html

A Ubisoft traz ao Brasil uma inovação das mais importantes já vistas no mundo dos games.  O jogo Rocksmith, algo parecido com o já consagrado Guitar Hero, pode ser jogado com uma guitarra de verdade para tocar as músicas do game.

Para utilizar este recurso, o jogador deve ter um cabo chamado “Real Tone”, que transforma o sinal analógico da guitarra em digital e permite a conexão entre o instrumento e o console (Playstation 3 ou Xbox 360), mas, o cabo não vem incluso no jogo. O jogador pode adequar o jogo ao seu nível como tocador de guitarra e com o tempo, evoluir para músicas e técnicas mais difíceis proporcionadas pelo jogo.

Essa notícia saiu do Portal de Educação Institucional do Estado de Santa Catarina:  PDF Imprimir E-mail
Por Benhur Antônio Cruz de Lima
Seg, 21 de Novembro de 2011
21112011pqDuas escolas de Joinville receberam na sexta-feira instrumentos musicais para serem utilizados nas fanfarras e como atividades extra-curriculares. O secretário estadual da Educação Marco Tebaldi fez a entrega nas escolas Annes Gualberto e Arnaldo Moreira Douat. O investimento é de R$ 29.740,25.Na EEB Annes Gualberto a banda rítmica recebeu instrumentos de percussão e a Banda Marcial da EEB Arnaldo Moreira Douat recebeu 2 tubas, 2 bombardinos,4 trombones e 4 trompetes. “Este era um compromisso assumido com estas escolas que cumprimos. O ensino da música contribui para a formação do caráter das crianças. Desperta talentos, ajuda na sociabilidade e é um atrativo para que vivam a escola integralmente”, destacou o secretário Tebaldi.

O guitarrista português Rui Veloso protagonizou um generoso ato de solidariedade em plena comemoração dos seus 30 anos de uma carreira de muito sucesso.

Entre os dias 12 de outubro e 12 de novembro, Veloso leiloou uma guitarra autografada e projetada por ele em parceria com a marca Walden, para ajudar a associação Refúgio Aboim Ascensão, de apoio a crianças a mães solteiras,

que executa este trabalho já há 78 anos em Portugal. A guitarra foi feita levando em conta “a exigência na qualidade e características exclusivas”, sendo o resultado final “uma guitarra com excelente sonoridade, acessível, com a singularidade de uma guitarra de assinatura”, lê-se no site do leilão.

O lance vencedor foi de € 1500,00, dado por um desconhecido.

Fontes: http://www.boasnoticias.pt/noticias_Rui-Veloso-leiloa-guitarra-para-ajudar-institui%C3%A7%C3%A3o-_8685.html

http://www.ruiveloso.net/

Guitarras e leis ambientais

Publicado: 20/10/2011 em Uncategorized

No dia 28 de agosto passado, carregamentos de madeira da Índia, que seria usada para a confecção de guitarras da famosa marca Gibson, foram lacradas pelas autoridades.

O motivo apresentado pela polícia é de que a Gibson violou o  Lacey Act, que determina que as importações americanas sigam as leis ambientais do país de origem dos produtos.

Madeiras como o jacanrandá da Bahia ou o ébano de Madagascar não podem mais ser usados pelas fabricantes, seja por lei ou por pressões de entidades em prol do meio ambiente, que alegam que estas espécies correm risco de extinção.

Será que a produção de guitarras de qualidade vai ser prejudicada?

Site fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/10/111013_guitarra_gibson_eua_mm.shtml

Agentes da Seop (Secretaria Especial da Ordem Pública) apreenderam nesta terça-feira (11) 402 peças de vestuário e 74 instrumentos musicais durante uma operação Choque de Ordem realizada na feira noturna turística de Copacabana, na avenida Atlântica, zona sul do Rio de Janeiro.

Durante a fiscalização foram emitidos seis autos de infração aos vendedores autorizados por estarem com problemas na documentação.

Participaram da operação agentes da CCU (Coordenação de Controle Urbano) e do GAE (Grupamento de Operações Especiais) da Seop. A Polícia Militar deu apoio à ação.

(matéria divulgada no site: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/choque-de-ordem-apreende-roupas-e-instrumentos-musicais-em-feira-turistica-da-zona-sul-do-rio-20111011.html)


Reconhecimento Mundial

Publicado: 07/10/2011 em Uncategorized

Vai aí uma entrevista exclusiva que fiz com Hiran Monteiro do Banda De Boca

Entrevista com HIRAN MONTEIRO
Por LUKAS BARBOSA MATTOS



Na volta de uma rápida turnê pela Áustria com o Banda de Boca, Hiran Monteiro fala sobre o status atual do grupo e suas impressão sobre a Cultura Baiana

Hiran Monteiro é maestro formado pela Universidade Federal da Bahia. Hoje, tem se dedicado ao grupo Banda de Boca que forma com Neto Moura, Poliana Monteiro, Arno Hübner e Fábio Eça desde 1999. Monteiro e o Banda de Boca têm recebido reconhecimento mundial já que executam com notável habilidade sua particularidade, que é dispensar os instrumentos e fazer os sons com a boca, além de cantar. Em 2002 eles conquistaram o 2º lugar no V PRÊMIO VISA DE MPB – Edição Vocal. Já com o primeiro CD “Banda de Boca (independente)”, lançado em 2004, veio o Prêmio Caymmi de melhor CD MPB de 2004. Depois o CD “Banda de Boca” foi premiado com o Troféu Catavento na categoria Grupo Vocal, em 2007. A grande conquista chegou com o trabalho “MPB Pras Crianças” de 2009, que foi indicado ao Grammy Latino de 2010. Individualmente, Hiran Monteiro também tem os prêmios de Melhor Música Instrumental, concedido pela Rádio FM Educadora – Irdeb em 2010 e, anteriormente, no ano de 2006, a premiação de Melhor Instrumentista pela mesma rádio. Em sua casa, Hiran me recebeu para esta entrevista.

Vocês se consideram no auge da carreira?A gente saiu de uma experiência agora, que foi de fazer show no exterior. A gente já tinha feito dois shows em Luanda (Angola) e agora na Áustria. Então a gente está num momento muito bom, que nunca tivemos antes, saímos de uma indicação de um prêmio (Grammy Latino). Mas como a gente tem muitos projetos ainda engavetados, tem muita coisa pra se fazer, eu digo que esse momento está por vir, de estar no auge da carreira. Eu acho que a gente tem ainda muita coisa para trabalhar, muita coisa para mostrar, coisas que estão no projeto ainda.

Então, o quanto vocês evoluíram nos seus 13 anos de carreira? Eu vejo que a gente evoluiu bastante na questão de sonoridade, profissionalismo… A começar que quando a gente iniciou, a banda tinha seis pessoas. Na nossa sonoridade, também, eu percebo que evoluímos bastante. No repertório, na maneira de fazer arranjos, de cantar. Então, eu acho que a gente não é outra banda, mas temos um som bem diferente de quando começamos. Tanto que a gente se apoiava muito nesse nome “Banda de Boca”, depois de um tempo vimos que não somos escravos desse nome porque a gente pode colocar algum instrumento e colocamos. Antigamente dizíamos: “Não, isso é sagrado, a gente tem que cantar só com as vozes”. Cantamos só com as vozes, mas também há momentos em que colocamos instrumentos e, hoje, a gente pensa dessa maneira: “Somos a favor da música!”.
Como vocês encararam a indicação para o Grammy? A indicação para o Grammy foi uma coisa muito emocionante. Nós não esperávamos. Ao mesmo tempo, quando a gente grava brincamos: “Essa aqui vai ser pra ganhar o Grammy”. A gente faz com todo afinco, todo amor, todo cuidado pra fazer o melhor. Quando veio a indicação, nós tomamos um susto (risos), mas foi uma coisa maravilhosa. Em menos de um mês a gente já estava em Las Vegas (EUA), participando dessa premiação, junto com todo mundo, vários artistas brasileiros e mundiais do nosso lado, todos no mesmo patamar… Poxa, foi um passo muito grande para nossa carreira, pro reconhecimento do nosso trabalho… Foi uma coisa muito boa.
Qual foi o motivo para vocês gravarem o “MPB Pras Crianças”? Esse último CD foi um projeto da gravadora “Biscoito Fino”. Ela entrou em contato com a gente querendo fazer o Cd, mas não tinha ideia ainda do que seria: “Forró Pras Crianças?” e tal…, e acabou sendo MPB Pras Crianças. O certo é que a ideia era de que seria algo destinado para o público infantil. Então em três meses, desde a primeira conversa até o final do CD, a gente conversou, definiu o que íamos fazer, escolhemos repertório junto com a gravadora, na pessoa de Olívia Hime… Então a gente escolheu, gravamos, mixamos e entregamos o CD pronto em três meses. Tudo foi feito pela “Banda de Boca”: gravamos, fizemos os arranjos, mixamos e demos o CD pronto.
Houve algo especial que atraiu o “Banda de Boca” para fazer essa turnê na Áustria? Nossa ida foi por conta de uma cantora que é filha de brasileiros e mora na Áustria desde pequena. Ela veio fazer um clipe aqui em Salvador e acabou que ela veio ver o nosso show. Ela gostou muito e falou: “Vamos fazer um projeto juntos pra cantarmos em Viena (ÁUS)…”. A gente topou na mesma hora e ficamos surpresos porque lá as coisas acontecem mais rápido. Em dois meses já estávamos lá. Fizemos oito shows lá e foi mais por conta dessa cantora que é Denise de Macedo. Vamos marcar esses shows aqui em Salvador também. O que aconteceu lá vai acontecer aqui.
Por quantas cidades vocês passaram? Não. Foi mais concentrado em Viena mesmo. Viena é uma cidade muito movimentada musicalmente e a maioria dos shows foi lá. Houve um festival fora de Viena que foi muito interessante, que é bem típico de lá e acontece todo ano e nos apresentamos lá também. Mas foi concentrado em Viena.
Qual a principal diferença entre o público europeu e o brasileiro? É muito diferente, é muito deferente. Porque o público brasileiro, como todo cantor fala, é mais aceso. Ele responde mais, bate palma, grita… O público de lá, apesar de gostar muito, é mais quieto. Ouvem mais. Mas eles aceitam todo tipo de música, inclusive, a gente até deu uma “canja’, num espaço que não era apropriado pra cantarmos. Era um espaço mais de jazz, de dança, de big band, e a gente cantou e o pessoal curtiu demais. Eu noto que eles aceitam mais. O pessoal daqui vibra mais.
Falando de Brasil, especificamente da Bahia, o que o estado oferece de melhor para uma banda como o “Banda de Boca”? Já fizemos alguns projetos pela Secretaria de Cultura… Mas, falando de mídia, de se sentir abraçado como músico ou banda baiana, que está em evidência, a gente não tem isso deles. É mais uma força que a gente tem de estar aqui porque é um lugar bom de viver, mas o nosso trabalho… Nós somos meio que órfãos no nosso lugar. Eu percebo que temos mais público fora de Salvador, fora da Bahia.
O quanto isso incomoda vocês? Antes isso incomodava muito mais. Agora eu sei que cada lugar tem sua característica. E Salvador tem umas coisas muito boas e também ruins. Vou citar um exemplo ruim: ela dá muita ênfase à monocultura, então ela abraça aquilo dizendo: “Nossa essência é essa aqui e não tem pra ninguém”. Em outros lugares que têm uma cultura muito forte, como Fortaleza, têm festivais de jazz, de blues, festivais de maracatu… Então tem um leque de programações que aqui não tem. Aqui é mais focado em uma coisa só e eu acho isso ruim, porque acaba sufocando todo outro tipo de manifestação musical.
Qual a sua principal influência baiana na música? Esse é o lado bom de quem mora na Bahia. O músico que mora na Bahia tem uma musicalidade diferente dos de fora. A música de exportação que eu vejo é a do Nordeste. Aí você vê Lenine, Carlinhos Brown, gente boa fazendo muito sucesso fora do país e aqui dentro também, vem muito daqui do Nordeste. Você sai daqui pra uma cidade pequena do interior, é outra característica de música. Você vai pra Santo Amaro e lá tem a chula, tem o samba de roda que são riquíssimos. Isso é uma coisa que a gente tem, que a gente escuta a todo o momento e em outro lugar é muito difícil de escutar. Essa é uma parte muito boa de morar aqui.
É certo que com o grande sucesso, vocês alcançaram certa independência. Mas você sente carência de algo que o estado posa te oferecer? Com relação ao estado e sobre a cultura, eu acho que a gente é muito beneficiado mesmo, porque eles vêem a gente como um objeto de valor, uma banda que acrescenta valores às pessoas. Vários projetos nossos foram aprovados, eles gostaram muito e à isso eu agradeço à Secretaria de Cultura. Sentimos que desse lado nós temos apoio.
O que mais te agrada do que está sendo produzido atualmente na música baiana?
(Pausa) Tem muitas coisas acontecendo. Eu acho que quando você tem mais trabalho pra aflorar, é aí que você vem com mais força. Na Ditadura mesmo foram tantos compositores maravilhosos, Chico Buarque e tanta gente bacana que aconteceu naquela época. E foi uma época de repressão. Eu penso assim: quanto mais dificuldades de você estar ali vivendo seu trabalho, mais você tem forças e você “acontece”. Hoje aqui em Salvador tem muita coisa boa acontecendo: Orquestra Afro Sinfônica, Jurandir Santana, Manuela Rodrigues… tem muita gente, não dá pra a gente ficar sem alimento não.
E o que mais te incomoda? Como eu disse antes: é a valorização de uma coisa. Eu acho que o axé e o pagode são bacanas, que têm uma “percursividade” e um balanço muito bons. Mas se só se olha pra isso, você esquece um mar de coisas que estão acontecendo e fica sem dar oportunidade das pessoas conhecerem. Não é nem oportunidade dos artistas aparecerem, mas do público de Salvador conhecer e se alimentar dessas coisas boas, dessas músicas, bandas… Eu acho que isso me incomoda muito.
Voltando à carreira, a série de shows no Teatro dos Correios teve alguma novidade? É a nossa primeira experiência cantando fazendo trilha e participando de um balé. Foi muito legal. Foi uma maneira diferente de nos apresentarmos: às vezes a gente estava em primeiro plano, outras horas era fazendo o vocal pro balé dançar e isso acontecendo no palco. Nós nos movimentávamos junto com o cenário. Foi uma experiência muito boa, o público gostou demais. Parecia que as nossas músicas estavam mais bonitas, parecia que a dança que eles faziam ficavam mais bonitas também, por causa dessa junção entre música e dança.
Vocês estão trabalhando em algum projeto novo? O próximo, com fé em Deus, vai ser um DVD. Mas não vai ser um DVD do show em si, vai ter muito mais coisas. Vai ter como fazemos as coisas, como pensamos e ensaiamos, até chegar o momento do show também…
Vai ter mais making-off então? É. Eu acho que as pessoas se interessam mais pelo making-off do que pelo DVD em si (risos). Mas vai ter de tudo: show, making-off, tudo isso acontecendo… Tudo junto.
Vocês já têm um lugar pra gravar esse DVD? Já pensei em alguns lugares, mas não definimos ainda. O projeto está em andamento, sim. Está sendo escrito, mas essa definição do local nós não temos.
Haverá repertório novo ou vai ter algo mais elaborado daquilo que o grupo já tem apresentado? Vamos pegar algumas coisas que já gravamos, algumas músicas que marcaram muito, então nesse primeiro DVD a gente vai ter que colocar. Porque são músicas que cantamos no V PRÊMIO VISA DE MPB que foi nossa primeira aparição nacional e foi onde ganhamos o segundo lugar. Tem algumas músicas que a gente cantou ali que vão estar no DVD. Se tiver alguma música mais conhecida, vai ter uma linguagem bem nova. Acho que vai ser quase 80% novo.
Então esse repertório daquele prêmio vai mais pelo carinho que vocês têm pelas músicas do que pelo público? É. Isso e também porque sempre no show nós colocamos, tem músicas que se repetem. Músicas que o pessoal gosta e a gente vê esse feedback. Uma coisa que acontece conosco é que a gente não quer simplesmente colocar só o que gostamos, a gente vê o retorno do público. Geralmente as músicas que nós gostamos, eles também gostam. Eu acho que a gente também é pop (risos). No começo a gente ficava com medo de acabar cantando só em lugares pequenos porque a gente é rebuscado… Mas na verdade, os nossos arranjos são sofisticados, mas a nossa linguagem é popular. Quando cantamos na praça do Aeroclube pela primeira vez, paravam crianças por uma hora pra ouvir a gente, junto com jovens, adultos e idosos pra ficar lá escutando. Foi quando vimos que o povo gosta. Tocamos nove vezes seguidas lá e parávamos o Aeroclube.